Em 2013 a gente se conheceu. Ele era tão legal, engraçado, espontâneo... O tempo voava perto dele... A amizade foi instantânea. Nos conhecemos porque começamos a trabalhar juntos.
Eu tinha acabado de sair de um relacionamento que eu acreditava ter sido o mais pleno da minha vida, o mais pleno e o que mais me devastou pela forma que terminou.
Não demorou muito para a amizade profissional se tornar pessoal também. Te levei pro meu rolê. Lembro bem, era véspera do feriado do dia do trabalho. Tinha muita risada, cerveja e tequila... Aquelas saídas de bar que no outro dia você não tem certeza se saiu mesmo ou se sonhou com um clipe da Katy Perry. Lembro do beijo desajeitado e com muito bafo de álcool de ambos. Tinha tudo para ser um péssimo beijo, mas tenho boas recordações dele.
A gente não se assumiu. Se pegou, se apegou e não se assumiu. Por inúmeros motivos não nos mostramos pra ninguém... Até que sucumbiu, tipo o motor do carro velho que começa a faiscar e encher o motorista de esperança pra depois se afogar e nunca mais dar sinal de vida. Era esse nosso "relacionamento".
Você seguiu em frente bem rápido. Arrumou alguém como o atendente grita "-PRÓXIMO" pro cliente da fila. Nem liguei, de verdade. Eu estava pouco me fudendo pra relacionamento alheio, ainda mais se estivesse sendo construido no intuito causar ciúmes.
Mais de um  ano depois, algo aconteceu. Não sei dizer o que, porque, quando ou como...Mas acendeu e fluiu e naquele fatídico 9/08/2014 se dava início a maior mudança da minha vida.


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